Diagramas de Minskowski |
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Uma partícula que
percorre o eixo dos
com velocidade
constante
, será representada pela sua linha de universo que, neste
caso, é a recta:
.
Vejamos
agora como se representa o referencial
Como se traça o eixo é
a equação do eixo
(note que ele tem a mesma
inclinação
relativamente ao eixo dos
, que o eixo tem relativamente
ao eixo dos
. Traçando
a hipérbole |
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| Comprimento próprio |
Definimos o comprimento
próprio de um objecto, num dado
referencial
, como sendo a separação espacial entre os acontecimentos
que representam as respectivas extremidades, medidas
simultâneamente, isto é, os dois acontecimentos devem
estar numa mesma
linha de simultaneidade do referencial . O comprimento
próprio é pois o
comprimento medido no referencial de repouso do objecto. É o
maior
comprimento medido por um observador. Qualquer outro observador
mede um comprimento menor.
Note que não se afirma que qualquer objecto se contrai fisicamente, quando se move. A medição é menor porque os observadores não têm a mesma noção de simultaneidade. Portanto, apesar de ser usual o termo de "contracção dos comprimentos", o que de facto acontece é um desacordo àcerca da noção de simultaneidade e não uma contracção física dos objectos. |
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| Intervalo de tempo próprio |
O intervalo de tempo
próprio entre dois acontecimentos, medido
relativamente a um referencial
, define-se como sendo a separação
temporal dos dois acontecimentos, medida num relógio em repouso
relativamente a esses acontecimentos. Portanto, os dois acontecimentos
têm lugar no
mesmo sítio, de acordo com o observador que transporta o
referido
relógio. Consideremos
agora um sistema em repouso, relativamente a um
observador O tempo próprio
deste sistema é a separação temporal Como
pode ser visto no applett, a separação temporal
relativamente a um observador Portanto o tempo próprio é o menor tempo medido. |
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